SACOLAS PLÁSTICAS – Fonte de energia
As primeiras embalagens surgiram no inicio da civilização, servindo como recipientes para armazenar bebidas ou alimentos.
Em 1950 éramos aproximadamente 2,5 bilhões de habitantes. Hoje, somos mais de 6,5 bilhões de habitantes. Após a 2ª guerra mundial aceleramos o crescimento populacional, estimulamos o consumo de bens não duráveis e engenhosamente criamos conforto e praticidade para embalagem dos bens de consumo.
Consumimos em média 66 sacos percapta por mês. Isto representa um consumo médio anual de aproximadamente 150 bilhões de embalagens.
Estas embalagens distribuídas anualmente no mercado correspondem a 225 mil toneladas de polímeros que podem ser reutilizados, reciclados, transformados em combustíveis ou colocadas em lixões.
Sabemos que 15% dos resíduos urbanos são constituídos de plásticos, que com o seu poder calorífico médio de 7.500 kcal/kg, poderiam ser transformados em combustíveis derivados de resíduos.
A ausência de políticas educacionais que orientem e disciplinem o cidadão para a seleção dos resíduos, termina por tornar a sociedade produtora de lixões a céu aberto, contaminando o ar atmosférico e o lençol freático das nossas cidades.
A disposição de qualquer produto ou resíduo de maneira desordenada termina por comprometer o meio ambiente.
São necessárias políticas públicas que pense o Estado para as futuras gerações. O município deve orientar os seus cidadãos para a coleta seletiva e ao mesmo tempo, substituir os ultrapassados lixões e aterros sanitários por unidade de triagem e valorização dos resíduos.
Esta é a alternativa para transformar lixões ou aterros sanitários de resíduos urbanos em unidades de produção de combustíveis derivados de resíduos.
É este o modelo sustentável que espera as futuras gerações.
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