Dia Mundial do MEIO AMBIENTE
No dia 05 de junho comemoraremos o dia Mundial do Meio Ambiente.
Mais que uma comemoração é necessária que cada cidadão faça reflexão sobre o conceito de consumidor ético, transformando consumismo em cidadania por atitudes presentes que não comprometam as necessidades das futuras gerações.

As engenhosidades humanas em todas as épocas foram dirigidas para o conforto, praticidade e vaidade do próprio homem.
Ao longo da evolução humana fomos estimulados ao consumo. Dentro da visão de sustentabilidade o consumo humano traz conseqüências visíveis e prejudicais para as próximas gerações.
Nosso maior dilema é compatibilizar o consumo, o crescimento e a proteção dos recursos naturais sem comprometermos as necessidades das futuras gerações.
Nesta necessidade de deixarmos um mundo melhor para as próximas gerações: Governo, Empresários, Ambientalistas e a Sociedade têm somados esforços para encontrar saídas para um mundo melhor.
Dentro da máxima de pseudo problemas e falsas soluções freqüentemente nomearam vilões para o meio ambiente. Sendo as embalagens plásticas, atualmente a grande vilã do meio ambiente.
Sabemos que a embalagem plástica é um produto derivado do petróleo que é combustível não renovável.
Também sabemos que aproximadamente 10 % do resíduo urbano são compostos de embalagens plásticas.
Mais não podemos negar que a produção de embalagem plástica produzida pela engenhosidade e para a praticidade do homem, gera emprego e renda para o homem.
Mais não podemos negar que a produção de embalagem plástica produzida pela engenhosidade e para a praticidade do homem, gera emprego e renda para o homem.
E como encontrar a solução para os resíduos das embalagens?
Existe um ditado popular que diz: Não precisa matar a vaca por que ela está mancando. O mesmo acontece com as embalagens plásticas. Não precisamos acabar com as indústrias de embalagens plásticas para resolvermos os problemas da geração do resíduo plástico.
Cabe a cada Município normatizar a coleta seletiva de resíduos, disponibilizando aterros sanitários com unidade de triagem de resíduos que permita a reciclagem, valorização e o aproveitamento energético dos resíduos.
É necessário que o Estado oriente e eduque cada cidadão para utilização racional das embalagens plásticas, bem como, para destinação responsável das mesmas, após o seu ciclo de vida.
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