segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Limite do Crescimento

 

LIMITE DO CRESCIMENTO

Em uma sociedade de descarte, onde ampliamos nossas necessidades de consumo, para permitir a criação de postos de trabalho e a geração de emprego e renda, vivemos o paradoxo de como satisfazer as necessidades presente sem comprometer as necessidades das futuras gerações.
Em dezembro de 2009, as lideranças mundiais estiveram reunidas em Copenhague, na 15ª Conferência das Partes para discutir sobre o aquecimento global e a importância deste encontro para o Planeta.
Sabemos que para reduzir os impactos ambientais pelas emissões dos gases do efeito estufas fazem-se necessário rever o modelo de desenvolvimento industrial que se expandiu deste a Revolução Industrial a partir do século XIX.

A engenhosidade do homem levou a mudança tecnológica pelo descobrimento da máquina a vapor e do petróleo, permitindo ao homem um consumo explosivo de energia para saciar necessidades de consumo e deslocamento.
Estas descobertas levaram ao crescimento desordenado da população. Em 1800 éramos 978 milhões de habitantes. Em 2009, somos mais de 6,5 bilhões habitantes. A cada ano colocamos mais de 130 milhões de pessoas no mundo.

Como suportar este crescimento desordenado sem causar impacto ao meio ambiente.
O crescimento populacional vem acompanhado de necessidades, que são supridas por consumo de bens duráveis e não duráveis. É bom lembrar que os bens duráveis não podem ser tão duráveis, pois necessitamos de estimular o consumo.

Para sustentar este crescimento o homem cria artifícios que passa pelo aumento da produção e consumo, elevando os impactos ambientais.
A sociedade através do Estado, tem se esforçado em criar instrumentos que minimizem os impactos ambientais, porém, não suficiente para conter o crescimento.

Sendo assim, deixo aos leitores a reflexão. Qual o limite do nosso crescimento?

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